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Cursos de Inglês, em Inglaterra

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Quem me acompanha por aqui já sabe que o meu filho mais velho foi este verão para Inglaterra, aprender Inglês e como percebi que é um tema que interessa a muitos pais, vou falar mais um pouco sobre isso.

Eu acredito convictamente que, aos que amamos, devemos dar asas para voar e raízes para voltar e tenho tentado aplicar essa máxima na educação dos meus filhos.

Mas vamos por partes… o meu filho mais velho tem agora 12 anos e tinha 11 quando foi para Inglaterra e por isso, para muitos, isto foi uma loucura da minha parte, só que,  que os meus pais fizeram-me o mesmo quando eu tinha 14 anos e foi uma experiência que adorei, que nunca mais esqueci e que me ficou para a vida.

Foi, por isso, uma coisa que sempre pensei que se tivesse possibilidades para isso gostava que os meus filhos também vivessem essa experiência.

Como o meu filho mais velho é bastante independente e desapegado achei que este ano já seria uma boa altura para isto. Hoje em dia os miúdos vivem tudo mais cedo e conheço  alguns casos de miúdos que não foram porque quando os pais pensaram que seria boa altura já eles tinham outro tipo de interesses e não estavam nada interessados em passar 2 semanas num colégio interno a aprender inglês.

Em Portugal há várias escolas de inglês que organizam estes cursos, mas o que acontece é que vão imensos miúdos portugueses e vai um professor português a acompanhá-los e isso faz com que acabem por falar mais português do que inglês. E não era isso que eu pretendia, mesmo porque já que íamos fazer um investimento tão grande então que fosse em algo que trouxesse uma mais valia ao nível da lingua.

Como ele anda no British Council, perguntei à professora se tinha algum desses cursos para nos recomendar e qual não foi o meu espanto quando ela nos deu umas brochuras e a organização era exactamente a mesma que eu tinha ido há…. uns (muitos, mas isso agora não interessa nada) anos atrás – The Bell Educational Trust.

Ora, da minha parte não precisava de mais referências!

E assim foi, esta é uma organização inglesa com mais de 60 anos de experiência, que tem acordos com vários colégios espalhados em Inglaterra, onde lecciona estes cursos.

Os cursos podem ter várias durações sendo que o mínimo e mais comum são duas semanas, o colégio pode ser escolhido em função das idades que aceita, e também das actividades extra-curso que oferece.

Nós cá em casa escolhemos o Wellington College, que é um colégio que fica a cerca de 1 hora de Londres e onde estudaram várias figuras conhecidas. Ficámos muito contentes com a escolha, pois ele adorou e eu como no fim fui lá buscá-lo, pude comprovar que é um colégio de filme. Um edifício principal lindíssimo e localizado no lindo e verdejante countryside inglês!

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Edifício principal do colégio

Os cursos são muito dinâmicos, têm aulas de manhã e durante parte da tarde e o resto da tarde é preenchida com uma actividade desportiva à escolha dos miúdos. Depois do jantar têm todos os dias uma actividade lúdica diferente, desde jogos de quizz, boys versus girls, noite Disco etc etc. E durante os 15 dias tiveram 3 excursões – Brigton, Windsor e Londres. Ou seja eles nem têm grande tempo para parar e sentir saudades de casa.

Os cursos são divididos entre as idades dos 7 aos 11 e dos 12 aos 17 e são frequentados por miúdos de todas as nacionalidades, o meu filho fez um amigo do Cazaquistão! E essa é, na minha opinião, uma grande mais valia em termos de experiência e em termos de abertura ao mundo.

As instalações deste colégio em particular eram muito boas, suponho que pelo facto de ser um colégio que no período normal de ano lectivo é um colégio de elite, os quartos eram individuais e partilhavam casas de banho.

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O acesso ao colégio

A comida, já se sabe que não é a comida de casa, mas até isso me parece bem, pois aprendem a adaptar-se aoque há. Mas segundo o meu filho havia sempre alguma alternativa com a qual se safava.

O curso não é de todo barato, este de 2 semanas custou 2500 Libras, e inclui tudo menos os voos. É de facto um investimento, mas que penso que foi um investimento ganho.

Se me perguntarem se ele veio a falar corretamente inglês, digo já que não, veio mais desenrascado na lingua,talvez com menos receio de arriscar falar. Ele quando foi já tinha um nível de inglês razoável – ao nível da compreensão oral muito bom, mas menos bom na oralidade e nesse aspecto penso que fez progressos. E depois foram 15 dias longe da família, sozinho num pais estrangeiro, sem a comida da mãe e sem a mãe atrás a apanhar a (muita) roupa que ele deixa espalhada por todo o lado… Claro que hoje em dia com as tecnologias que temos ao nosso dispor, temos uma imensa facilidade em estar sempre em contacto, e as saudades e a preocupação são atenuadas, mas percebi que os 15 dias eram, para já, a medida certa.

Ele que é um miúdo muito desapegado e nos primeiros dias nem ligava, tínhamos que ser nós a ligar, nos últimos dias já ligava por tudo e por nada e quando eu cheguei a Londres já me perguntava a que horas é que iria lá chegar etc etc, ou seja não é de dar parte fraca, mas percebemos que já andavam por ali saudades e carências.

Todo o processo de inscrição é muito fácil e vamos recebendo todas as instruções das várias fases. O pagamento também pode ser feito por inteiro a partir do momento em que se reserva o curso, ou pode-se pagar uma parte nessa altura e 6 semanas antes o restante. Os voos é que é da nossa responsabilidade marcar, quando os miúdos têm menos de 16 anos eles aconselham que contratemos o serviço de acompanhamento a menores da respectiva companhia aérea. No caso do meu filho, ele voou pela Tap, porque queria uma companhia que me desse alguma segurança e contratámos esse serviço de acompanhamento que é feito pela Ground Force. Tem um preço de 50€ por criança e por trajecto e digamos que deixa um bocadinho a desejar, ou pelo menos na viagem Lisboa-Londres, foi essa a impressão com que ficámos. Seja 1 ou sejam 10 crianças (no caso eram 4) com esse serviço contratado é só um assistente da ground force que aparece para levar os miúdos desde o checkin até à porta de embarque. este funcionário aparece ali mesmo no limite, ou seja tivemos que tempos à espera no balcão das assistências especiais e a pessoa que veio buscar os miúdos não devia nada à simpatia… Nós os pais ficámos com aquela sensação de “Ok, estamos a pagar 200€ para isto?!”

Com este serviço os miúdos são os primeiros a entrar no avião e os últimos a sair e em Londres alguém os levou do avião e só entregou à pessoa a quem os pais deram a indicação que poderiam ser entregues.

Assim que lá chegaram, claro que hoje em dia todos têm telefone e iam avisados para ligarem assim que chegassem, mas o colégio enviou uma mensagem personalizada a dizer que o menino X já tinha chegado e estava a ser transportado para o colégio.

A adaptação também foi muito fácil, os miúdos têm muitas actividades para descobrir, têm obviamente regras mas que são impostas de uma forma ligeira. Sendo esta uma organização com tantos anos de experiência, está mais que direccionada para os gostos e apetências destas idades.

No caso do meu filho correu tudo bem, gostou do colégio, gostou das aulas, gostou das pessoas (na realidade é um miúdo com uma grande facilidade de adaptação) não se magoou, não ficou doente e por isso posso dizer que correu muito bem e que demos o investimento como ganho. Recomendamos em absoluto e espero poder repetir com o mais novo daqui a uns anos!

 

Obrigada por lerem!

 

 

 

 

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Yotel em Heathrow – a minha experiência ou como fui lá parar…

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Entrada do Hotel – terminal 4

No passado mês de Julho o meu filho mais velho teve a sua primeira experiência “a solo” no estrangeiro, foi para um colégio de verão aprender inglês.

Foi uma experiência que eu também tive, mais ou menos com a idade dele e que me ficou para a vida, e por isso sempre tive a vontade de, quando chegasse a altura, poder proporcioná-la aos meus filhos.

 

Ora esta mãe, que está sempre a inventar e com viagens na cabeça, assim que a viagem começou a tomar forma, pensou que giro giro era no fim do curso ir ter com ele a Londres, ficávamos lá mais dois ou três dias e aproveitávamos para fazer alguns programas ao gosto do dois!

 

Ora, depois de voltas e reviravoltas decidi que iria para Paris, ver umas exposições que queria ver, depois seguia para Londres. Respirava Paris e ainda riscava um dos itens que estava na minha bucketlist de viagens – atravessar o canal da mancha de comboio!

Isto tudo o que é que tem a ver com o Yotel? Nada e tudo!

Ou seja, eu adoro e por isso planeio e organizo todas as minhas viagens sozinha e normalmente corre sempre bem. Mas esta viagem em particular foram várias coisas a ser marcadas, pensadas, planeadas, calculadas… voos – os meus, os do meu filho, os de um amigo dele, comboio, hotéis, espectáculos etc etc.

Eu cheguei a Londres de comboio, mas o meu filho chegou a Londres de avião, ao aeroporto de Gatwick. Os nossos voos de regresso, por uma questão de horário eram de Heathrow… mas os voos do amigo que foi com ele e que fui eu também que marquei, era de Gatwick…

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Não me perguntem como nem porquê, mas eu meti na cabeça que o nosso aeroporto era Gatwick… os dias todos que estive em Londres tinha na cabeça o aeroporto de Gatwick… fiz o checkin online com a devida antecedência, mas nem verifiquei e nem me preocupei com essa questão, pois na minha cabeça estava assente que era Gatwick.

Ora, no dia da partida, fomos à nossa vida, fizemos tudo o que tínhamos planeado fazer e com a devida antecedência fomos ao hotel buscar a bagagem, e até estivemos a fazer tempo para irmos para o aeroporto.

Chegados ao aeroporto, dirigimo-nos ao que era suposto serem os balcões de checkin da Tap e não havia um único aberto… o meu filho disse-me “oh mamã, não acredito que chegámos cedo de mais…” passaram uns minutos e comecei a achar estranho não ver movimentação e fui perguntar a um balcão do lado. Eis senão quando o sr. me diz, só se se enganou no aeroporto e de repente fez-se luz, abri o email da reserva e lá estava bem escarrapachado – HEATHROW…

Pois, a partir daqui foi a loucura… mas resumindo, apanhámos um taxi (serviço especial do aeroporto) de Gatwick para Heathrow, o motorista foi simplesmente 5***** e foi literalmente a voar, ultrapassou todos os limites de velocidade, eu ia num estado de nervos brutal, o meu filho ia de olhos postos no GPS e de minuto a minuto eu ia-lhe perguntado quantas milhas faltavam, só que nas imediações de Heathrow o trânsito estava caótico, o dia era de final de ano lectivo e por isso havia ainda mais trânsito, que o normal.

Bom, chegámos tipo 3 minutos depois do “drop luggage” ter fechado… eu viajo quase sempre com mala de cabine, mas o meu filho estava há 3 semanas fora, era impossível ter só uma mala de cabine.

Escusado será dizer que tive ali uns minutos de desorientação e de não saber o que fazer.

Aquele era o último voo da Tap do dia… e de repente senti a pressão do tipo: ” não estou sozinha, estou com o miúdo…”

Agarrei-me ao telefone a tentar arranjar um voo para chegar a Lisboa… agora imaginem, último dia de aulas em inglaterra, início de férias de verão e voo marcado em cima da hora… pois, lowcosts completamente esgotadas, e voos a preços exorbitantes… mas a verdade é que tinha de arranjar maneira de nos virmos embora.

O voo mais próximo, e “barato” (este barato é absolutamente desadequado pois o valor dos voos foi exorbitante) que arranjei foi Heathrow – Amsterdão – Faro. Na realidade Faro ou Lisboa não fazia grande diferença, pois o meu carro estava no Algarve.

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Londres vista do observatório de Greenwich

Passado os momentos de pânico e stress lá me acalmei e tentei ver o copo meio cheio, como tento sempre. É verdade que me apetecia esbofetear-me.. continuou a apetecer-me durante algum tempo ou sempre que via o extrato do cartão de crédito… mas há coisas piores.

A viagem do meu filho tinha corrido bem, ele adorou a experiência, adorou o colégio, correu tudo às mil maravilhas, não se magoou, não ficou doente nem “homesick”, os nossos dias em Londres em programa mãe-filho correram maravilhosamente bem, foi mesmo mesmo bom, e ainda ficámos com uma história/aventura para contar.

Eu e este meu filho somo muito parecidos no optimismo e na grande capacidade de nos rirmos de nós próprios e às tantas e com tantos nervos à mistura davam-nos ataques de riso com as buscas que fazia dos voos, e as alternativas e valores que encontrava.

E foi assim que conhecemos o Yotel, que ficava precisamente no terminal de onde íamos sair – terminal 4. A alternativa era dormir em cadeiras super desconfortáveis do aeroporto e como perdidos por 100 perdidos por 1000, lá fui saber como é que funcionava e quanto custava.

Então uma cabine como a nossa, que é a mais pequena custou cerca de 115€ e podíamos ficar até às 6:00am, mas como o nosso chekin abria mesmo às 4:30, isso não era problema.

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Entrada

Há cabine maiores, mais apropriadas para duas pessoas, mas mais caras também  e aquela para as 5 horas que lá íamos estar servia bem.

Pois… escusado será dizer que o espaço é escasso, é tudo aproveitado ao milímetro, mas na realidade temos aquilo que necessitamos – cama, TV, Wifi, tomadas, duche e lavatório e sanita!

Como design tem alguma graça porque todo o espaço tem uma influência Hi-tech, parece que estamos a entrar numa nave espacial!!

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Cama

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Casa de banho

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Duche

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TV aos pés da cama

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Janela… na porta de entrada

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Se repetia o Yotel? Repetia, é de facto uma boa solução para determinadas situações e dentro do que é, é bastante confortável. E a verdade é que a pessoa já não vai para nova, e uma noite mal ou não dormida é coisa para me ficar a pesar no corpo.

Acho que com este grande disparate, mas que acabou por resultar numa boa história para contar e lembrar, elevei o meu nível de viajante – devo estar quase no nível profissional!!!

 

Obrigada por lerem!

 

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Paris com crianças

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Quem conhece e gosta de Paris já, quase de certeza, utilizou a frase ” Paris is always a good ideia” e com crianças, será também uma boa ideia?

Para mim é! Paris é uma cidade com muito para oferecer às crianças, onde eles são estimulados a cada esquina.

Deixo-vos a minha sugestão de 7 imperdíveis, quando visitamos Paris com crianças:

  • Disneyland Paris

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Quando pensamos em Paris com as crianças dificilmente nos esquecemos da Disney, muitas vezes o pretexto da viagem é esse mesmo: ir à Disneyland de Paris.

A Disney, claro que é incontornável, é mágica, é alegre, é divertida, é tudo aquilo e mais, que os miúdos sonham e sim vale muito a pena. Eles adoram e nós também!

Nas duas vezes que fui à Disneyland Paris com os meus filhos, ficámos alojados em hotéis da Disney, e se for possível, essa parece-me ser a opção ideal, pois assim mergulhamos completamente na experiência Disney.

Uma das vezes ficámos no Disneyland hotel e na outra vez ficámos no Sequoia Lodge. O primeiro é um hotel de 5***** com todas as comodidades inerentes a um hotel desse nível mas focado nas crianças e o segundo é um hotel de 4****(acho…). Claro que como hotel o primeiro é mais “Hotel”, é um hotel grande mas acolhedor e tem aquele ar muito “principesco”, mas o Sequoia Lodge também é muito simpático. A diferença de preços é considerável e na minha opinião não é a opção entre um ou outro que dita o sucesso da viagem.

A diferença que destaco é ao nível da alimentação, nós fomos sempre com meia pensão e a comida no Disneyland Hotel era melhor (dentro do género) e com mais opções.

O Disneyland Hotel também tem a vantagem de ter sempre Minnie, Pateta, Pluto e companhia a passearem-se por lá, por isso é mais que certo que vão haver vários encontros imediatos emocionantes!

Uma sugestão que deixo é a opção do transfer privado do aeroporto para o parque. É mais caro, mas muito muito mais confortável. Numa das vezes optámos pelo transfer normal (colectivo) e não voltámos a repetir a experiência. Ficámos imenso tempo dentro do autocarro parados, no aeroporto, à espero de passageiros de outros voos e todos sabemos que a paciência das crianças diminui proporcionalmente ao aumento do tempo em que estão parados no mesmo sítio, se for fechados num autocarro então…

Relativamente ao parque, já íamos com os bilhetes comprados (dois dias) e recomendo um dia para o Disneyland Park outro para o Walt Disney Studios Park. Este último parque, embora menos conhecido é muito giro principalmente para crianças maiores.

Como já referi, no nosso caso optámos por ir com meia pensão, pois com crianças nunca sabemos se à noite ainda temos forças para sair do hotel, mas há uma outra alternativa à meia pensão que é a Disney Village, aqui encontra uma série de restaurantes e lojas, que pode ser uma alternativa aos buffets dos hotéis, no entanto não vão à espera de grandes descobertas em termos gastronómicos.

Tivemos ainda a experiência de um jantar no Buffalo Bill´s Wild West Show com o Mickey e os amigos e é uma experiência engraçada, mas não a colocaria na opção das imperdíveis.

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  • Jardin d´acclimatation

Este é um jardim que fica no Bosque de Boulogne, tem cerca de 150 anos e é FABULOSO!

Desde pequenos barcos onde se pode andar, espelhos mágicos, parque de diversões com todo o género de carroceis, animais, pequeno comboio, póneis, dromedários, centro equestre, arborismo, teatro de marionetas… enfim é um sem número de atividades.

É a garantia de um dia muito bem passado!

Existem ainda vários cafés e restaurantes, entre eles um Angelina.

É ainda neste jardim que fica também a fundação Louis Vuitton, que vale muito a visita, além do edifício ser muito interessante, existem sempre atividades e atelier orientados para as crianças.

Posso dizer que o dia que lá passámos rivalizou quase de igual para igual com a Disney!

 

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  • Jardin du Luxembourg

Este é na minha opinião o jardim mais bonito de Paris. Tem a sua origem em 1600 e ocupa cerca de 22 hectares na margem esquerda no Sena. Além de todo o património arquitectónico que nele existe, entre ele o senado francês, existem 160 esculturas, clássicas, contemporâneas, de animais, de personalidades… espalhadas pelo jardim.

Este jardim oferece várias atividades para crianças: passeios de pónei, parque infantil para crianças até aos 12 anos, teatro de marionetes, carrossel e para mim a atividade mais deliciosa que são os Veleiros de Madeira no grande lago – os Paudeau.

Estes últimos existem desde 1881 e consiste em alugar uns pequenos barcos, que depois se colocam dentro de água e eles andam de acordo com o vento. A única coisa que temos é um género de um pau com o qual podemos ajudar os barcos a não baterem na borda do lago. Hoje em dia, na era dos dispositivos digitais, esta é uma atividade tão simples mas que os miúdos adoram!

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  •  Torre Montparnasse 

Sim, não é a Torre Eiffel, é mesmo a Torre Montparnasse. Porquê? Porque subindo ao topo da Torre Montparnasse consegue-se ver a totalidade da Torre Eiffel. Subir à Torre Eiffel não é fácil, ou consegue-se comprar os bilhetes online, e não é fácil, pois os bilhetes no site vão sendo libertados a conta gotas e como muitas vezes as viagens com crianças acontecem em época alta, há muita procura e não é fácil conseguir bilhetes para o dia que se quer. A alternativa é comprar no local, mas aí preparem-se para as filas… e filas e crianças já sabemos que não dá bom resultado.

Além disto, eu adoro Paris e nunca tive qualquer sensação de insegurança, nem sozinha nem acompanhada, mas confesso que a zona em redor da Torre Eiffel se eu puder evito, pois sendo uma zona muito muito turística está cheia de vendedores de aspecto duvidoso a impingirem bugigangas.

A Torre Montparnasse foi um edifício bastante polémico em Paris, pois pela sua altura e estilo arquitectónico, destoa de tudo o resto e realmente não se pode dizer que seja bonito, mas a verdade é que tem uma vista incrível e é bastante menos concorrido que a torre Eiffel. Vale muito a visita. Comprámos os bilhetes online aqui e correu muito bem, os miúdos adoraram e tirámos fotografias magnificas!

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  • Jardin des plantes

Dele fazem parte o museu de história natural de Paris e o jardim zoológico, que é o segundo mais antigo da Europa e ainda um jardim botânico. É uma combinação entre ar livre/conhecimento/descoberta – um programa que as crianças gostam sempre!

 

  • Parc de La Villete

Este é um imenso Parque diferente de tudo o resto em Paris e que foi criado em 1979. As atracções principais que lá podemos encontrar são : La Cité de la Science et de la Industrie – como o nome indica é dedicada à ciência e tecnologia, La cité de la Musique – dedicada à música e La Geode – uma esfera que é uma gigantesca sala de cinema que passa essencialmente filmes de ciências em 3D.

Este é um local que já visitei há muitos anos atrás, na minha primeira visita a Paris, tinha eu 18 anos e estava no primeiro ano de arquitectura, podem por isso imaginar que foi “um prato cheio”. Ainda não levei lá os meus filhos porque na última vez que fomos achei que ainda não iriam aproveitar bem, devido à idade que tinham na altura, e o tempo também nunca chega para tudo e há que fazer opções, mas está no início da lista para a próxima vez que lá for com eles.

 

  • Museu do Louvre e Jardin des Tuileries

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Este é um clássico incontornável, mesmo que ache que as crianças são muito pequenas para a visita ao Louvre, não deixem de passear nos arredores. As pirâmides causam grande admiração, assim como as fontes, o movimento de pessoas. Enfim acho que é um sítio com uma energia especial, é um sítio muito bonito, estéticamente falando, e eu acredito que a estética também se aprende e quanto mais cedo se começar essa aprendizagem melhor! Eu gosto que os meus filhos se “admirem” perante coisas bonitas, que apreciem, que saibam distinguir, que para eles não seja tudo igual.

Colado ao Louvre temos o Jardin des Tuileries, que também é um jardim lindíssimo, com lagos, com muitas cadeiras espalhadas pelos lagos e não só, onde podemos parar e descansar e apreciar o que nos rodeia. De um dos lados do jardim tem a Rue du Rivoli onde encontra várias livrarias, entre elas a Whsmith que tem uma excelente selecção de livros infantis e muito perto tem a incontornável Angelina, famosa entre outras coisas pelo seu chocolate quente, que dizem ser o melhor de Paris.

Se quiserem andar a pé, saiam  do Jardin des Tuileries em direcção da Place de La concorde e continuem até à Av. des Champs Elyseés. Aqui mães, pais e filhos, todos ficam contentes… as mães podem começar pela fabulosa e enorme Sephora e continuar por aí acima até onde a carteira chegar, os pais têm várias lojas de carros onde há sempre eventos e exposições de carros XPTO, e os miúdos têm a loja da Disney!

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Alojamento: Numa destas viagens, ficámos no hotel Pullman Montparnasse e embora não seja o tipo de hotel que procuro em Paris quando vou sem  crianças, com os mais pequenos é uma excelente opção, está bem localizado, muito bem servido em termos de transportes públicos, numa zona que oferece uma imensa opção de restaurantes e com todas aquelas comodidades que nos facilitam a vida quando estamos com crianças.

Alimentação: Em Paris gostamos muito de muitos restaurantes, mas com crianças gostamos especialmente de ir ao Les Fondus de la Raclette. Como o nome indica é um restaurante de fondues e raclettes que tem a particularidade de se cozinhar na própria mesa, pois as mesas têm ao centro uma placa que aquece e onde somos nós que cozinhamos. Claro que os miúdos adoram essa aventura.

Uma outra boa opção para eles é o Hippopotamus, têm várias opções de bifes com batata frita, que é quase certo uma opção segura para as crianças.

Não foi fácil fazer esta selecção, pois há várias outras coisas, e muitas vezes coisas simples, giras de fazer com as crianças, mas… nem sempre temos todo o tempo do mundo numa viagem, pelo menos por mim falo, nunca tenho hipóteses de fazer viagens muito longas, mas vejo sempre isso pelo lado positivo: é uma forma de deixar coisas por ver e é uma forma de ficar com muita vontade de voltar! E a Paris é sempre um ENORME prazer, para mim, voltar, seja a dois, seja a quatro, seja sozinha!

Se for o caso muito boas férias e boas viagens!!

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Obrigada por lerem!

 

 

 

Canal du Midi

Falta um mês para ir passar uns dias entre Toulouse e o Canal du Midi com a família e… mal posso esperar!

As paisagens são muito bonitas, como mostra este video! Penso que a navegação no Canal vai ser uma experiência muito gira para todos, mas especialmente para os miúdos.

Caso tenham dicas sobre estes destinos, são muito bem-vindas na caixa de comentários.

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In a month time i´ll will be spending some days between Toulouse and Canal du Midi with my kids and husband.

It´s our annual abroad family trip, and i hardly can wait!

The landscapes are breathtaking and i´m pretty sure it´s gonna be a wonderful and different experience, specially for the kids.

If you have any suggestions about any of these places i´d appreciate if you could leave them on the comment box. 

 

Obrigada por lerem … Thanks for reading

Fundação Louis Vuitton no Jardin d´acclimatation

Irá ser inaugurado este mês a sede da fundação Louis Vuitton em Paris. Um projecto arrojado do arquitecto Frank Gehry.
O edifício, que se diz de 105 milhões de euros, tem como base de inspiração o Grand Palais, nos Champos Elíseos. São 12 volumes curvos, com diferentes inclinações, onde existem 3600 painéis envidraçados de grandes dimensões, numa superfície total de 13500m2. A estrutura de suporte dos painéis é de aço e madeira lamelada colada.
O edifício será composto por um museu e centro cultural, onde existirá além de uma exposição permanente, exposições temporárias e eventos vários, inclusivamente musicais.
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O edifício situa-se no Bosque de Bologne, no Jardin d´acclimatation, que considero um parque a não perder numa viagem a Paris com as crianças.

Desde animais, carrocéis, parque de escorregas e baloiços, circuitos de aventura, passeios de pónei, centro de equitação, teatro, vários cafés e restaurantes entre eles o Angelina, ateliers pedagógicos, passeios de barcos e agora o edfício da fundação Louis Vuitton, há lá TUDO!

É a garantia de um dia bem passado! Palavra dos meus filhos!!!

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