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Cursos de Inglês, em Inglaterra

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Quem me acompanha por aqui já sabe que o meu filho mais velho foi este verão para Inglaterra, aprender Inglês e como percebi que é um tema que interessa a muitos pais, vou falar mais um pouco sobre isso.

Eu acredito convictamente que, aos que amamos, devemos dar asas para voar e raízes para voltar e tenho tentado aplicar essa máxima na educação dos meus filhos.

Mas vamos por partes… o meu filho mais velho tem agora 12 anos e tinha 11 quando foi para Inglaterra e por isso, para muitos, isto foi uma loucura da minha parte, só que,  que os meus pais fizeram-me o mesmo quando eu tinha 14 anos e foi uma experiência que adorei, que nunca mais esqueci e que me ficou para a vida.

Foi, por isso, uma coisa que sempre pensei que se tivesse possibilidades para isso gostava que os meus filhos também vivessem essa experiência.

Como o meu filho mais velho é bastante independente e desapegado achei que este ano já seria uma boa altura para isto. Hoje em dia os miúdos vivem tudo mais cedo e conheço  alguns casos de miúdos que não foram porque quando os pais pensaram que seria boa altura já eles tinham outro tipo de interesses e não estavam nada interessados em passar 2 semanas num colégio interno a aprender inglês.

Em Portugal há várias escolas de inglês que organizam estes cursos, mas o que acontece é que vão imensos miúdos portugueses e vai um professor português a acompanhá-los e isso faz com que acabem por falar mais português do que inglês. E não era isso que eu pretendia, mesmo porque já que íamos fazer um investimento tão grande então que fosse em algo que trouxesse uma mais valia ao nível da lingua.

Como ele anda no British Council, perguntei à professora se tinha algum desses cursos para nos recomendar e qual não foi o meu espanto quando ela nos deu umas brochuras e a organização era exactamente a mesma que eu tinha ido há…. uns (muitos, mas isso agora não interessa nada) anos atrás – The Bell Educational Trust.

Ora, da minha parte não precisava de mais referências!

E assim foi, esta é uma organização inglesa com mais de 60 anos de experiência, que tem acordos com vários colégios espalhados em Inglaterra, onde lecciona estes cursos.

Os cursos podem ter várias durações sendo que o mínimo e mais comum são duas semanas, o colégio pode ser escolhido em função das idades que aceita, e também das actividades extra-curso que oferece.

Nós cá em casa escolhemos o Wellington College, que é um colégio que fica a cerca de 1 hora de Londres e onde estudaram várias figuras conhecidas. Ficámos muito contentes com a escolha, pois ele adorou e eu como no fim fui lá buscá-lo, pude comprovar que é um colégio de filme. Um edifício principal lindíssimo e localizado no lindo e verdejante countryside inglês!

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Edifício principal do colégio

Os cursos são muito dinâmicos, têm aulas de manhã e durante parte da tarde e o resto da tarde é preenchida com uma actividade desportiva à escolha dos miúdos. Depois do jantar têm todos os dias uma actividade lúdica diferente, desde jogos de quizz, boys versus girls, noite Disco etc etc. E durante os 15 dias tiveram 3 excursões – Brigton, Windsor e Londres. Ou seja eles nem têm grande tempo para parar e sentir saudades de casa.

Os cursos são divididos entre as idades dos 7 aos 11 e dos 12 aos 17 e são frequentados por miúdos de todas as nacionalidades, o meu filho fez um amigo do Cazaquistão! E essa é, na minha opinião, uma grande mais valia em termos de experiência e em termos de abertura ao mundo.

As instalações deste colégio em particular eram muito boas, suponho que pelo facto de ser um colégio que no período normal de ano lectivo é um colégio de elite, os quartos eram individuais e partilhavam casas de banho.

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O acesso ao colégio

A comida, já se sabe que não é a comida de casa, mas até isso me parece bem, pois aprendem a adaptar-se aoque há. Mas segundo o meu filho havia sempre alguma alternativa com a qual se safava.

O curso não é de todo barato, este de 2 semanas custou 2500 Libras, e inclui tudo menos os voos. É de facto um investimento, mas que penso que foi um investimento ganho.

Se me perguntarem se ele veio a falar corretamente inglês, digo já que não, veio mais desenrascado na lingua,talvez com menos receio de arriscar falar. Ele quando foi já tinha um nível de inglês razoável – ao nível da compreensão oral muito bom, mas menos bom na oralidade e nesse aspecto penso que fez progressos. E depois foram 15 dias longe da família, sozinho num pais estrangeiro, sem a comida da mãe e sem a mãe atrás a apanhar a (muita) roupa que ele deixa espalhada por todo o lado… Claro que hoje em dia com as tecnologias que temos ao nosso dispor, temos uma imensa facilidade em estar sempre em contacto, e as saudades e a preocupação são atenuadas, mas percebi que os 15 dias eram, para já, a medida certa.

Ele que é um miúdo muito desapegado e nos primeiros dias nem ligava, tínhamos que ser nós a ligar, nos últimos dias já ligava por tudo e por nada e quando eu cheguei a Londres já me perguntava a que horas é que iria lá chegar etc etc, ou seja não é de dar parte fraca, mas percebemos que já andavam por ali saudades e carências.

Todo o processo de inscrição é muito fácil e vamos recebendo todas as instruções das várias fases. O pagamento também pode ser feito por inteiro a partir do momento em que se reserva o curso, ou pode-se pagar uma parte nessa altura e 6 semanas antes o restante. Os voos é que é da nossa responsabilidade marcar, quando os miúdos têm menos de 16 anos eles aconselham que contratemos o serviço de acompanhamento a menores da respectiva companhia aérea. No caso do meu filho, ele voou pela Tap, porque queria uma companhia que me desse alguma segurança e contratámos esse serviço de acompanhamento que é feito pela Ground Force. Tem um preço de 50€ por criança e por trajecto e digamos que deixa um bocadinho a desejar, ou pelo menos na viagem Lisboa-Londres, foi essa a impressão com que ficámos. Seja 1 ou sejam 10 crianças (no caso eram 4) com esse serviço contratado é só um assistente da ground force que aparece para levar os miúdos desde o checkin até à porta de embarque. este funcionário aparece ali mesmo no limite, ou seja tivemos que tempos à espera no balcão das assistências especiais e a pessoa que veio buscar os miúdos não devia nada à simpatia… Nós os pais ficámos com aquela sensação de “Ok, estamos a pagar 200€ para isto?!”

Com este serviço os miúdos são os primeiros a entrar no avião e os últimos a sair e em Londres alguém os levou do avião e só entregou à pessoa a quem os pais deram a indicação que poderiam ser entregues.

Assim que lá chegaram, claro que hoje em dia todos têm telefone e iam avisados para ligarem assim que chegassem, mas o colégio enviou uma mensagem personalizada a dizer que o menino X já tinha chegado e estava a ser transportado para o colégio.

A adaptação também foi muito fácil, os miúdos têm muitas actividades para descobrir, têm obviamente regras mas que são impostas de uma forma ligeira. Sendo esta uma organização com tantos anos de experiência, está mais que direccionada para os gostos e apetências destas idades.

No caso do meu filho correu tudo bem, gostou do colégio, gostou das aulas, gostou das pessoas (na realidade é um miúdo com uma grande facilidade de adaptação) não se magoou, não ficou doente e por isso posso dizer que correu muito bem e que demos o investimento como ganho. Recomendamos em absoluto e espero poder repetir com o mais novo daqui a uns anos!

 

Obrigada por lerem!

 

 

 

 

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Yotel em Heathrow – a minha experiência ou como fui lá parar…

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Entrada do Hotel – terminal 4

No passado mês de Julho o meu filho mais velho teve a sua primeira experiência “a solo” no estrangeiro, foi para um colégio de verão aprender inglês.

Foi uma experiência que eu também tive, mais ou menos com a idade dele e que me ficou para a vida, e por isso sempre tive a vontade de, quando chegasse a altura, poder proporcioná-la aos meus filhos.

 

Ora esta mãe, que está sempre a inventar e com viagens na cabeça, assim que a viagem começou a tomar forma, pensou que giro giro era no fim do curso ir ter com ele a Londres, ficávamos lá mais dois ou três dias e aproveitávamos para fazer alguns programas ao gosto do dois!

 

Ora, depois de voltas e reviravoltas decidi que iria para Paris, ver umas exposições que queria ver, depois seguia para Londres. Respirava Paris e ainda riscava um dos itens que estava na minha bucketlist de viagens – atravessar o canal da mancha de comboio!

Isto tudo o que é que tem a ver com o Yotel? Nada e tudo!

Ou seja, eu adoro e por isso planeio e organizo todas as minhas viagens sozinha e normalmente corre sempre bem. Mas esta viagem em particular foram várias coisas a ser marcadas, pensadas, planeadas, calculadas… voos – os meus, os do meu filho, os de um amigo dele, comboio, hotéis, espectáculos etc etc.

Eu cheguei a Londres de comboio, mas o meu filho chegou a Londres de avião, ao aeroporto de Gatwick. Os nossos voos de regresso, por uma questão de horário eram de Heathrow… mas os voos do amigo que foi com ele e que fui eu também que marquei, era de Gatwick…

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Não me perguntem como nem porquê, mas eu meti na cabeça que o nosso aeroporto era Gatwick… os dias todos que estive em Londres tinha na cabeça o aeroporto de Gatwick… fiz o checkin online com a devida antecedência, mas nem verifiquei e nem me preocupei com essa questão, pois na minha cabeça estava assente que era Gatwick.

Ora, no dia da partida, fomos à nossa vida, fizemos tudo o que tínhamos planeado fazer e com a devida antecedência fomos ao hotel buscar a bagagem, e até estivemos a fazer tempo para irmos para o aeroporto.

Chegados ao aeroporto, dirigimo-nos ao que era suposto serem os balcões de checkin da Tap e não havia um único aberto… o meu filho disse-me “oh mamã, não acredito que chegámos cedo de mais…” passaram uns minutos e comecei a achar estranho não ver movimentação e fui perguntar a um balcão do lado. Eis senão quando o sr. me diz, só se se enganou no aeroporto e de repente fez-se luz, abri o email da reserva e lá estava bem escarrapachado – HEATHROW…

Pois, a partir daqui foi a loucura… mas resumindo, apanhámos um taxi (serviço especial do aeroporto) de Gatwick para Heathrow, o motorista foi simplesmente 5***** e foi literalmente a voar, ultrapassou todos os limites de velocidade, eu ia num estado de nervos brutal, o meu filho ia de olhos postos no GPS e de minuto a minuto eu ia-lhe perguntado quantas milhas faltavam, só que nas imediações de Heathrow o trânsito estava caótico, o dia era de final de ano lectivo e por isso havia ainda mais trânsito, que o normal.

Bom, chegámos tipo 3 minutos depois do “drop luggage” ter fechado… eu viajo quase sempre com mala de cabine, mas o meu filho estava há 3 semanas fora, era impossível ter só uma mala de cabine.

Escusado será dizer que tive ali uns minutos de desorientação e de não saber o que fazer.

Aquele era o último voo da Tap do dia… e de repente senti a pressão do tipo: ” não estou sozinha, estou com o miúdo…”

Agarrei-me ao telefone a tentar arranjar um voo para chegar a Lisboa… agora imaginem, último dia de aulas em inglaterra, início de férias de verão e voo marcado em cima da hora… pois, lowcosts completamente esgotadas, e voos a preços exorbitantes… mas a verdade é que tinha de arranjar maneira de nos virmos embora.

O voo mais próximo, e “barato” (este barato é absolutamente desadequado pois o valor dos voos foi exorbitante) que arranjei foi Heathrow – Amsterdão – Faro. Na realidade Faro ou Lisboa não fazia grande diferença, pois o meu carro estava no Algarve.

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Londres vista do observatório de Greenwich

Passado os momentos de pânico e stress lá me acalmei e tentei ver o copo meio cheio, como tento sempre. É verdade que me apetecia esbofetear-me.. continuou a apetecer-me durante algum tempo ou sempre que via o extrato do cartão de crédito… mas há coisas piores.

A viagem do meu filho tinha corrido bem, ele adorou a experiência, adorou o colégio, correu tudo às mil maravilhas, não se magoou, não ficou doente nem “homesick”, os nossos dias em Londres em programa mãe-filho correram maravilhosamente bem, foi mesmo mesmo bom, e ainda ficámos com uma história/aventura para contar.

Eu e este meu filho somo muito parecidos no optimismo e na grande capacidade de nos rirmos de nós próprios e às tantas e com tantos nervos à mistura davam-nos ataques de riso com as buscas que fazia dos voos, e as alternativas e valores que encontrava.

E foi assim que conhecemos o Yotel, que ficava precisamente no terminal de onde íamos sair – terminal 4. A alternativa era dormir em cadeiras super desconfortáveis do aeroporto e como perdidos por 100 perdidos por 1000, lá fui saber como é que funcionava e quanto custava.

Então uma cabine como a nossa, que é a mais pequena custou cerca de 115€ e podíamos ficar até às 6:00am, mas como o nosso chekin abria mesmo às 4:30, isso não era problema.

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Entrada

Há cabine maiores, mais apropriadas para duas pessoas, mas mais caras também  e aquela para as 5 horas que lá íamos estar servia bem.

Pois… escusado será dizer que o espaço é escasso, é tudo aproveitado ao milímetro, mas na realidade temos aquilo que necessitamos – cama, TV, Wifi, tomadas, duche e lavatório e sanita!

Como design tem alguma graça porque todo o espaço tem uma influência Hi-tech, parece que estamos a entrar numa nave espacial!!

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Cama

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Casa de banho

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Duche

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TV aos pés da cama

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Janela… na porta de entrada

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Se repetia o Yotel? Repetia, é de facto uma boa solução para determinadas situações e dentro do que é, é bastante confortável. E a verdade é que a pessoa já não vai para nova, e uma noite mal ou não dormida é coisa para me ficar a pesar no corpo.

Acho que com este grande disparate, mas que acabou por resultar numa boa história para contar e lembrar, elevei o meu nível de viajante – devo estar quase no nível profissional!!!

 

Obrigada por lerem!

 

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St. Martins Lane hotel london

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Na minha última ida a Londres fiquei no St. Martins Lane Hotel e adorei.

Além da localização imbatível, no coração do “buzz” londrino, perto de Convent Garden, na zona do West End, para os amantes de hoteis este é um boutique hotel muito bonito.

O design é do Philip Stark e só por isso já merece a estadia. Há uma junção entre linhas modernas e “clean”, com peças coloridas e muito marcantes.

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Os hóspedes podem usufruir do maior ginásio de hotel da Europa – o Gymbox.

Mas além disto houve uma coisa que me seduziu assim que passei a fabulosa porta rotativa de entrada, que foi o cheiro… sim o cheiro, leram bem! Todo o hotel cheira maravilhosamente bem! E não são velas e nem incensos. Perguntei e disseram-me que era um aroma que punham no sistema de climatização e espalhava-se pelos espaços comuns dos hotéis. Ora eu, que sou muito muito esquisita com cheiros, adorei esta novidade, especialmente porque era um cheiro muito agradável, sem ser demais e sem ser enjoativo.

Depois há ainda as amenities…

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Os quartos são muito luminosos, grandes vãos envidraçados. A decoração vai de encontro ao resto do hotel, linhas limpas mas acolhedor. A cama do quarto onde fiquei era muitíssimo confortável e estava enquadrada numa espécie de cabeceira onde havia a possibilidade de escolher a luz que emoldurava a cama.

A casa de banho era toda em pedra com um duche daqueles de onde não apetece sair!

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Este não é um hotel que se possa dizer em conta… é puxadote, embora já se sabe que nas capitais europeias, hotel acima de um determinado nível ou com qualquer coisas que os diferencie nunca são baratos. Vale a pena ficar de olhos nas promoções, eu marquei através do booking, numa altura em que estava com desconto e o preço ficou menos salgado e como eram só duas noites…

E valeu bem a pena, será sempre uma hipótese a considerar em Londres, se a carteira assim o permitir!

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E Londres é sempre uma (boa) excelente ideia, não é? Ando como imensas saudades…

Obrigada por lerem!

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On my last trip to London I stayed at the St. Martins Lane Hotel and loved it.

In addition to an absolutely amazing location, in the heart of the London buzz, close to Convent Garden in the West End area, for hotel lovers this is a beautiful boutique hotel.

The design is Philip Stark’s and that for it self is worth the stay. There is a junction between modern and clean lines, with colorful and statement pieces.

Guests can take advantage of Europe’s largest hotel gym – the Gymbox.

But besides this there was something that seduced me as soon as I passed the fabulous revolving door, and that was the smell … yes the smell! The whole hotel smells wonderful! And they are not candles or incense. I asked and they told me that it was a scent they put in the air-conditioning system and it spreads through the common spaces of the hotel. It was a very pleasant smell, without being too much and without being cloying.

Then there are the amazing amenities …

The rooms are very bright, large glazed windows. The decor is clean but cozy lines. The bed was very comfortable and was framed in a sort of headboard where there was the possibility of choosing the light that framed the bed.

As you can imagine by now, this is not a budget hotel…, although one already knows that in European capitals, hotel above a certain level or with any kind of twist are never cheap. It’s worth keeping an eye on the promotions, I checked through the booking, and found a discount so the price was less salty and it was only two nights …

I tell you, it was definitely well worth it, it will always be one to consider in London if my wallet allows it!

And London is always a (good) great idea, isn´t it?

Thank you for reading!